A ano de 2005 se acaba daqui a poucas horas. A passagem será celebrada com fogos, champanhe, comidas... O passar do tempo me causa muita perplexidade.
Quando a meia-noite chegar, estarei cercado de gente que não conheço, ou que conheço pouco. É bom poder trabalhar nas primeiras horas de 2006.
Obrigado a todos que visitam o Kalinesia. Pro ano, tem mais.
Sexta-feira, dia 23 de dezembro de 2005.
Mais uma vez, fomos a São Paulo. Nossa missão: assistir Milágrimas, levar a guitarra do Felipe para o Luthier e, na volta, deixar a Nana em São Francisco Xavier. Natalie foi com a gente.
Fizemos uma visita à Rua Normandia, onde morei 15 anos. Na época, ainda não existiam as lojas. Era uma rua bem familiar. Jogávamos bola na rua, e os gols eram os portões das garagens. No Natal, todos os presentes eram colocados numa carrocinha puxada por burrico. O Luíz se vestia de Papai-Noel e os entregava às crianças à meia-noite. É claro que para fazer isso ele começava a beber por volta das 6 horas da tarde.
Hoje, só há lojas . O Natal, no entanto, continua sendo o grande tema dessa charmosa rua de Moema. A casa onde moramos era a de número 22. Aparece na segunda foto.
Felipe e Nana continuam cada vez mais apaixonados. E o vigia da rua, vendo o fascínio que o Natal desperta na Natalie, fez questão de ligar a máquina de neve para a gente ver.
Ainda em São Paulo, fomos cumprir a tradição de enfrentar o Banana Split do Milk & Mellow. A caminho de São Francisco Xavier, paramos em São José dos Campos para visitar a Luli, irmã da Nana. Ela não estava, mas aproveitei para fazer fotos do Felipe e da Natalie.
Essa foto foi feita em junho de 2004, no Café Photosophia. Foi na minha primeira ida a SFX. Sibila e Julia folheavam algum livro, ou coisa assim.
Desta vez, algumas coincidências. Chegamos no final da tarde, e, assim como em 2004, viemos de São Paulo, onde tínhamos assistimos a um espetáculo do Ivaldo Bertazzo.
Mais uma vez, saímos para passear de noite. Desta vez, aproveitei para fotografar a Igreja, a Natalie e um louvadeus que estava na frente da Igreja.
Photosophia estava fechado e apagado, mas fotografei assim mesmo, com a máquina grudada na porta de vidro. A transparência não seria ela mesma uma metáfora? Um sinal de que, mesmo com luzes apagadas, a verdade se encontra lá no fundo, atrás das mesas, do lado do piano, onde mais uma vez, eu dedilhei o Arabesque?
Quarta-feira, dia 21 de dezembro de 2005.
Isa Brunton em manhã de chuva. Passei a noite ensaiando com o Felipe e com o microfone do MSN ligado em conexão com a Isa e a Vanessa. Antes do raiar do sol, elas pediram: leva a gente na praia?
Isa em São Paulo. Fomos tentar recuperar um Macintosh. Não deu certo. Mas valeu para vermos a exposição de fotos e maquetes do Svoboda.
Josef Svoboda foi um gênio da cenografia. Surpreendentemente, há pouca coisa sobre ele na internet. E por falar em cenografia, alguém assistiu "O Balcão", na montagem feita pela Ruth Escobar, com Raul Cortez e outros/ Grandes momentos...
São Paulo...
Há uma tradição nascendo... ir a São Paulo e encarar o Banana Split do Milk & Mellow. Um aviso: esse mês, será o último que colocarei links para comentários. Ninguém comenta nada mesmo, e eles só estão servindo para deflagrar pop-ups... E já que estou no âmbito das promessas, mais uma: vou atualizar o Kalinesia com maior freqüência de agora em diante.
Quinta-feira, dia 8 de dezembro de 2005.
Ontem, fomos à praia logo após o nascer do sol. Caia uma garoa fina e um pouco fria.
Portão da casa do Fernando e da Silvana.
Silvana nos deixou há duas semanas e pouco. Nós a amávamos muito.
Domingo, dia 4 de dezembro de 2005.
Fomos ontem para São Paulo assistir o "Tudo na Faixa", com o Grupo de Teatro do SESC Itaquera. Eles apresentaram o "Peças e Pessoas" no começo do ano no Pés no Chão. Não pude fazer fotos durante o espetáculo. Pena.
Depois, fui assistir dois espetáculos no Teatro da Fábrica, dentro do Programa de Novos Criadores da Dança. A foto acima é do Grupo Corpos Sensores.
Eles são de Sorocaba e têm ligação com o Nova Dança. O espetáculo tem trilha sonora bastante instigante.
E criou boas imagens, também.
Na mesma noite, apresentaram-se Gil Grossi e Luciana Bortoletto.
Eles mostraram o espetáculo "As Formas eram já mera ilusão da Vista ", que foi apresentado no 8° Dança e Movimento. Na ocasião, fiz fotos dos dois para um audio-visual. Infelizmente, o Teatro da Fábrica não tinha projetor para mostrar as fotos no espetáculo.