Faz frio. Pouca coisa faz sentido.
O céu de julho é límpido como uma taça de cristal.
Bebo sozinho o vinho que ela contém.
Há um quê de assombroso no infinito.
Será possível afundar nele, como se afunda nos mares abissais?
E se um dia a terra desistir de segurar meus pés?
Tantas bandeiras, tanta pertinência, tantas fronteiras...
Sinto, cada vez mais, que não pertenço a nada.
que onde quer que eu esteja, lá estarei por favor.
Sexta-feira, dia 1 de julho de 2005.
Dia 18 de junho, o Pés no Chão fez quatro anos de vida. Parabéns para ele.
Estava tão cheio, que quase não consigui fotografar. E olha que legal: tem um monte de gente registrando o que acontece neste mundo.
Resolvi tentar a sorte atrás do palco...
...e até mesmo por cima, na porta do mirante.
Marcelo declamou sua poesia campestre, de inspiração romântica açucarada.
O Grupo Elementar desfilou seu viés clássico com a coreografia "Brincando em Barroco".
Novas bailarinas começam a aparecer no tablado do Pés no Chão.
Essa é a Analee, que faz anos no mesmo dia que o Pés no Chão.
O pessoal da capoeira apresentou uma puxada-de-rede.
Roupa branca, chapéu de palha... tudo nos conformes.
Cristina entrou de Iemanjá.
Marcela dançou com a Maria Clara.
E Natalie escorregou. Faz parte...
No final, doces, bolos e muito açúcar. No ano que vem, tem mais.
oOo
Bem, se você quiser comentar alguma coisa, o link está lá em cima. Reduzi o número de links de comentários. Um só por mês está bom. Fica mais fácil para atualizar. Um dia, ainda elimino os links de comentários. Pouca gente comenta, e dá um trabalho enorme ficar colocando os comandos em javascript....