em algum lugar do mundo, uma ilha namora os ventos...

 

Aperte a tecla F11

Página principal

email ::


Flash back

Arquivos:
Câmara
Bairro do Reinol
Area 51 no FEC
Area 51 no Colégio
Um sábado de julho
Instrumental
Parque da Luz
Lixão a céu aberto
Jardim
Pinacoteca
Gente de Valor
Agosto de 2003 Setembro de 2003
Outubro de 2003
Novembro de 2003 Dezembro de 2003
Janeiro de 2004
Fevereiro de 2004
Março de 2004
Abril de 2004
Maio de 2004

 

 

Links:

Andrea Zolla
Café Pinheiros
Carbonari

Christian Rocha
Crocante
Danilo Verpa
Dudi Maia Rosa
Edu Fazzio
Enigmatic Mermaid
Espinha Fotoblog
Fernando Vivas
Fotogarrafa
Gim Tones
Julia

Julycola
Laurie
Macacos te mordam
Regina Agrella
Super Sexies
Varal
Xanfarin

 

Sites:

Pés no Chão
Jornal da Ilha

< ? SnapShot # >

Photoblogs.org


 Weblog Commenting by HaloScan.com
Bonus Pictures
  Panfletagem no Curral
  Yunka e Aisha
  Clarinha
  Condicionamento Físico
  Condicionamento Físico
  Minha Gata
  Casarão do Perequê
 
 
 

 
 

 
 
 

 

Segunda-feira, dia 28 de junho de 2004.

Estive conversando com a Júlia sobre Excalibur. O filme tem mais de 20 anos. Conta a história de Arthur, um herói às antigas, que nasceu bastardo e acabou se tornando Rei. A história está centrada em Merlin, que mostra seu mundo mágico sendo substituído pelo início do Cristianismo. O final da era da magia, entretanto, teve no filme um final glorioso: o próprio nascimento de Arthur e a destruição do mal que assolava o reino .

Nem sempre a vida imita a arte. Uma era chegou ao seu término neste fim-de-semana. Ninguém notou, mas uma transformação inexorável esteve em curso. Um mundo de magia foi substituído por novos tempos, com caminhos que darão sabe-se lá onde.

No fundo, eu bem que tentei orquestrar um grande final. Ao contrário de uma partitura em branco, em que você pode colocar todos os trompetes, trompas, tubas e trombones soando acordes brilhantes marcados pelas batidas dos tímpanos, a vida real segue regras próprias de improviso e imprevisto. Para ser bem sincero, acredito até que uma certa melancolia que eu sentia no fundo de minha alma em muito contribuiu para que o clima fosse um tanto quanto estranho.

Bem, está na hora de mostrar as fotos. Vou tentar contar mais ou menos o que fizemos neste últimos três dias.

Como alguns já perceberam, a Kalinesia não consta de nenhum mapa. Ela vive no coração das pessoas que visitam essas páginas e de alguma forma se sentem tocadas pelas imagens. Com o fim da era da magia, não sei se ela continuará existindo.

Pode até ser que cheguemos à conclusão de que ela nunca existiu....

 

Fomos ao SESC Belenzinho ver SamwaadFizemos bons amigos lá...No dia seguinte, cumprimos uma intensa programação culturalPassamos por experiências muito instigantes.

Na noite seguinte, fizemos uma refeição bem balanceada.Distanciamento...Subir contra o movimento da escada rolante não deixa de ser uma boa metáfora para o momento...Uma estrela ajuda a gente a ver o mundo de cabeça pra cima (ou será para baixo?)

Às vezes, olhar as coisas pelo alto nos ajuda a perceber os significados mais amplos.Tentei captar as cores do cabelo da Sibila.Sibila procurou a verdade através de uma luneta de mais de 100 anos.Três seres humanos da mais alta qualidade.

Não deixamos de tentar uma abordagem mais direta, olhando de perto para as coisas terrenas.Ganhamos uma compreensão súbita de certos aspectos fundamentais da consciência ambiental.De noite, estivemos em São Francisco Xavier.Fotografar sem luz é como jogar tênis sem bola. Alguém aqui assistiu Blow-up??


 

Quarta-feira, dia 23 de junho de 2004

Sexta-feira, o Pés no Chão completou 3 anos de portas abertas à comunidade. Fiz, é claro, algumas fotos. Elas podem ser vistas aqui. A foto acima é de sábado, na apresentação de "Bula e a consciência perdida", numa praça em frente ao píer.

 

Quarta-feira, dia 16 de junho de 2004 - Bloomsday.

James Joyce é um dos mais importantes escritores do século passado. Sua obra
Ulysses é um marco para a literatura moderna. Foi criada no final da década
de 10 e início da década de 20. Sua primeira publicação ocorreu na França,
em 1922. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, a obra permaneceu proibida até
quase a metade dos anos 30.

Falar sobre a importância de Ulysses em poucos parágrafos não é uma tarefa
simples. O início do século passado foi marcado por grandes artistas.
Picasso, Stravisnky, Joyce... cada um em sua área nos dão subsídios para
acreditarmos que o século XX não se resume apenas à mediocridade dos avanços
tecnológicos que permitiram ao homem construir armas capazes de destruir o
planeta várias vezes.

Ulysses é uma obra grandiosa. São mais de 267 mil palavras. Impresso, o
livro tem entre 800 e 1000 páginas, dependendo do tamanho dos tipos e da
edição. Todo o enredo gira em torno de um dia na vida de Leopold Bloom: 16
de junho de 1904.

Hoje, portanto, em diversas partes do mundo, celebram-se os 100 anos de uma
data fictícia, o Bloomsday. Em Dublin, as festividades começaram no dia 1 de
abril e vão se estender até o dia 1 de agosto.

Ulysses foi traduzido para o português na década de 60 por Haroldo de
Campos. Traduzir tal obra representa um desafio incomensurável para qualquer
ser humano. Os jogos de palavras e os significados ocultos nos parágrafos já
ocuparam a vida de inúmeros pesquisadores acadêmicos espalhados pelas mais
renomadas universidades dos Estados Unidos e da Europa. Um exemplar desta
obra encontra-se na Biblioteca de Ilhabela.

No original, o livro pode ser baixado pela internet no endereço abaixo, do
Projeto Gutenberg. Talvez esta seja uma prova de que nem todo avanço
tecnológico serve à destruição e à degradação do meio ambiente.

Em São Paulo, a data será celebrada no Finnegans' Wake, com leitura de
poesias e um grupo que toca e canta músicas irlandesas.

Para aqueles, como eu, que não podem ir nem a São Paulo, nem a Dublin,
recomendo o Wikipedia, que traz bons resumos das obras de James Joyce.

Recomendo, também, o seguinte site irlandez:

Um feliz Bloomsday para todos.


PS. No dia em que fiz essas fotos, a Amanda mostrou
como se faz um alongamento radical.
Por favor, não tente fazer isso em casa.

 

Domingo, dia 13 de junho de 2004.

Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004

Homem Ambiente 2004 - fotos da oficina de papel reciclado.

 

Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004

Aisha, Malu, Angelina...

 

Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004

Oficina de formas com Roberto Pompeia. Foi simplesmente fantástica!

 

Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004Homem Ambiente 2004

No sábado, teve ensaio para a coreografia clássica. Gosto de fotografar ensaios. Dá para andar pelo palco e chegar bem perto dos bailarinos.

Homem Ambiente 2004

A Nathalia teve que se esforçar bastante. Não é fácil dançar na ponta.

 

 

Tuesday, June 8, 2k4.

The clan.

 

Rehearsal.

 

Balerina.

 

Chairs.

 

Sunday, June 6, 2k4

Nothing happens on this archipelago. In order to implement some changes I decided to write in English. Yes, I know this is stupid…
Nevertheless, yesterday, we went to the Village. It was very cold.

 

Hot chocolate helped us to put up with the temperature.

 

Zoom on Amanda...

 

... and some free advertising.

 

As usual, we paid a visit to the pier.

 

And I took advantage of the poor light conditions to try new angles and effects.

 

Pedro, Amanda, Isabell, Sibila and Diana.

 

Quarta-feira, dia 2 de junho de 2004.


Na semana passada, a Rede Globo passou dois dias gravando o dia-a-dia do Pés no Chão. O resultado pode ser visto no sábado, dia 5 de junho, às 7 e meia da manhã.

A equipe foi comandada pela Marina Mantovani. Nesta foto, ela entrevista o Vilson. Além de coordenar as gravações realizadas aqui no arquipélago, ela também fez a edição do material.

 

O Mingo (câmera) e o Jeferson (som) gravando a aula da Cristina Guedes.

 

Nesta foto, eles estão sentados no tablado: é preciso dançar conforme a música!

 

Aqui, a Marina entrevista a Aninha, o Mingo opera a Betacam, e o Jeferson ajeita a luz. Interessante, eles usaram e abusaram da contra-luz. Com a câmera fechada no rosto, a contra-luz dá mais definição e profundidade.

 

O Mingo é um profissional apaixonado pelo que faz. Não mediu esforços e nem riscos para registrar as imagens que queria.

 

Na terça-feira, fomos a São Paulo gravar a participação no estúdio. Pedi ao José Paulo, fotógrafo da Globo e possuidor de uma possantíssima digital, que clicasse esse registro na minha máquina. Da direita para a esquerda: Nayara e Eduardo, Cri, Emiliano, Andson, Serginho e eu.

Clique aqui para ver as fotos de maio.


 

 


Kalinesia