em algum lugar do mundo, uma ilha namora os ventos...

 

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Terça-feira, dia 30 de março.

Fui com a Inês para São Paulo tratar de algumas questões práticas. Antes de entrar na cidade propriamente dita, fomos ao SESC Belenzinho assistir
SAMWAAD
, a Rua do Encontro. Vou escrever mais sobre o espetáculo. Por hora, digo apenas uma palavra: IMPERDÍVEL!

E assim, termina o mês de março. Vejo vocês em abril.

 

Sexta-feira, dia 26 de março de 2004.

Ontem, teve jam session no Café do Padre. Quer ver mais fotos? Clique aqui!

 

Antes, eu tinha fotografado a aula de capoeira da Silvia. Aproveitei para fotografar a Amanda, a Diana, a Júlia, o Pedro, a Sibila e o Vilson. Foi divertido.

 

 

Quarta-feira, 24 de março de 2004.

Fiquei 4 dias em São Paulo. Fotografei esse teto que alguns de vocês conhecem tão bem.

 

Meu filho está procurando um lugar para morar perto da faculdade.
Se alguém tiver alguma dica, me avise.

 

Fui fotografar a m.m.molduras. Passei um dia delicioso conversando
com a Martha Kleiner, rodeado de gravuras, aquarelas, óleos, desenhos...

 

Tudo é muito bonito lá. Por toda parte sentimos
a presença forte da arte e da cultura.

 

A empresa fica na Rua Mourato Coelho, 476, em Pinheiros.
Em breve, o site deles estará na rede. Aguardem!

 

Sexta-feira, dia 12 de março de 2004.

Hoje, teve ensaio para as performances que serão apresentadas no sábado, por ocasião do lançamento do livro Poema Plural, editado pelo Pés no Chão. O livro contém uma seleção dos melhores trabalhos apresentados pelos quatro participantes da Oficina de Poesia coordenada pela Inês.

 

Como não vou poder fotografar o evento, aproveitei o ensaio para registrar algumas imagens. Na foto acima, o elenco ensaia uma performance com uma poesia do Bruno de Souza.

 

Isabella ouve as últimas instruções antes do ensaio geral.

 

Cristina e Clarinha. Ah, a Cristina é uma das autoras do livro.

 

Nathalia.

 

Início da performance com a poesia do Bruno.

 

Final da performance.

 

Marcelo, que também é autor, apresentará duas poesias: "Aponto", da Marília, e "Carne Crua", de sua autoria.

 

INTERMEZZO NON LUDICO

Marília Kim, 16 anos, casou-se ontem. Não é todo dia que uma menina de tão tenra idade se casa. Claro que em outras culturas a coisa é diferente. Marília é poeta, bailarina e uma atriz de enorme talento. Na foto, ela aparece com o Marcelo Min na frente da Pinacoteca do Estado, pouco depois de ter apresentado uma Performance, junto com Gabriela Bernardo e Cristina Guedes (também poeta).

 

No teatro, Marília foi responsável por uma das mais fantásticas criações do Pés no Chão, a Maria, do espetáculo "Água que pela vida aflora". Em outubro, ela deixou o grupo de teatro. Seu papel passou a ser feito pela Cristina, que deu um outro enfoque ao personagem e vem encantando a todos com seu humor e desenvoltura. (Recadinho para o Paulo Kornetoff: desculpe, amigo, ainda vai ser hoje que escreverei o texto "As três Marias", abordando as criações da Marília, da Sibila e da Cristina...)

 

Marília na Câmara Municipal, protestando contra construção de imóveis com três pavimentos.

Marília, como vocês já devem suspeitar, está grávida. O nascimento de uma criança é um momento belo, não há dúvida. Pessoalmente, acho que a Marília poderia ter esperado alguns anos.

 

Sei pouco sobre o marido da menina. Ele é mais velho, tem 22 anos, e sempre aparecia no Pés no Chão com um pé dentro, outro fora, apenas perguntando por ela. Por tudo o que vi, não posso dizer que ele era um entusiasta incentivador do talento de sua então jovem namorada. Queira Deus que eu esteja errado.

Felicidades aos noivos!

Felicidades à menina que irá nascer!

E que Marília tenha uma boa hora, como costumavam dizer os antigos.

FIM DO INTERMEZZO NON LUDICO

 

Andressa, de 9 anos, entrou para a Oficina de Poesia há duas semanas. Ela vai ler uma poesia sua na abertura do envento de hoje à noite.

 

Marcelo ensaiando a apresentação de sua poesia "Carne Crua".

 

Isabella Brunton, Cristina Guedes e Gabriela Bernardo ensaiando a performance com a poesia "Escuridão", da Cristina Guedes.

 

Hoje à noite, não vou poder fotografar o evento, pois vou tocar flauta numa das performances e também na abertura. Fiz o ensaio ontem com a câmera pindurada no pescoço e a flauta na mão. Deu até para fazer um auto-retrato no espelho do tablado.

 

Para terminar, uma foto do elenco:

Aninha, Sibila, Cristina, Gabriela, Andson, Marcelo, Pedro, Paulo, Bruna, Cleomes -
Janaína, Clarinha, Nathalia -
Fernanda, Isabella, Vanessa, Vilson, Natalie e Andressa.

 

 

Terça, dia 9 de março de 2004.

Cansei de falar da ciclovia e de fotografar paisagem. Gosto mesmo é de gente.
A Nathalia, por exemplo, é uma menina muito especial.

 

A Angelina é meiga como ela só.

 

A Clarinha é um dos maiores talentos que já conheci.

 

Um auto-retrato muito bem acompanhado.

 

De noite, teve ensaio das performances que vão ser apresentadas no dia 13.

 

O Marcelo vai apresentar duas poesias: uma dele, e outra da Marília.
Os ensaios foram feitos sob essa luz vermelha. Atrás, Inês, Malu e Isabella.

 

 

Domingo, dia 7 de março de 2004.

Hoje, dei uma de Toth. Fui andar de bicicleta. Aproveitei para fazer um balanço da ciclovia do município. Aliás, das ciclovias, pois minha principal crítica a este equipamento urbano é sua descontinuidade. Explico: ela começa no centro da Ilha e segue em direção ao sul. Em diversos pontos, ela é interrompida, e o ciclista tem que voltar a disputar espaço com veículos motorizados por algumas centenas de metros até poder voltar à ciclovia.

 

A foto acima é de um dos trechos mais aprazíveis da ciclovia. Ela acompanha a orla marítima e em diversos locais passa por baixo de chapeus-de-sol. Em outros, ela faz curvas suaves para desviar de árvores que existem no local. É muito gostoso pedalar por lá.

 

O continente, do outro lado do canal, compõe a paisagem deste passeio.

 

É importante lembrar que esta ciclovia não atende só o turista que vem recarregar as energias no fim-de-semana. Ela é usada pela gente humilde da ilha, que anda de bicicleta para ir e voltar do trabalho e tem neste veículo seu principal meio de transporte.

 

A luz não estava boa, mas deu para fazer estas fotos. E como o Toth, faço aqui uma singela homenagem à minha bicicleta.

 

Com o dia quase terminando, fiz esta foto dos três coqueiros altos.

 

E aproveito para colocar esta foto que fiz na sexta-feira, a caminho de um ensaio no Pés no Chão. Sábado, dia 13 de março, será a noite de autógrafos do primeiro livro editado pela entidade: Poema Plural, com os trabalhos dos alunos da Oficina de Poesia.

Será um dos raros eventos que não vou poder fotografar. Acontece que eu vou estar participando. Vou tocar flauta transversal: Telemann, Bach e Pixinguinha.

Será que não tem nenhum fotógrafo voluntário com vontade de conhecer o Pés no Chão e registrar o evento? Infelizmente, não tem cachê, mas eu ofereço hospedagem numa casa para 5 pessoas para todo o fim-de-semana.

Quem se habilitar, mande uma mensagem nos comentários.

 

Terça-feira, dia 2 de março de 2004.

Fui fotografar a ciclovia.

 

Esta ponte é só para ciclistas. Ah, ela também é usada pelos pedestres que invadem a ciclovia. Normal...

 

Gostei muito da ciclovia. Ela é uma alternativa real de transporte. Estive lá por volta das 5 horas da tarde. Naquele horário, ela é usada por trabalhadores, por gente simples que usa a bicicleta como principal meio de locomoção.

 

Voltar do trabalho passando por este caminho é realmente um privilégio.

 

Dois irmãos pegando caranguejinho...

 

só para ver o bichinho.

 

A ciclovia é bem bonita.

 

Final do dia.

 

Segunda-feira, dia 1 de março de 2004.

Cadê os turistas? Ah, foram embora com a chegada do sol...

 

BONUS PICTURE:

Belle.

Veja as fotos de fevereiro.

 


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